Radiestesia

ENERGIA

O termo energia tem origem no grego “energes” (ativo), que, por sua vez, provém de “ergon” (obra). A etimologia indica que a palavra energia implica sempre atividade. A Física define energia como “todo agente capaz de produzir trabalho”.

Cada tipo de energia possui características próprias, como intensidade, potência, densidade, polaridade e outras. A energia nunca é criada nem destruída, mas, apenas, transformada de um tipo em outro(s).

A energia magnética do nosso globo envolve todos os seres vivos que nele habitam. O campo magnético terrestre é detectado pelos seres vivos por meio de células contendo magnetita, a pedra-ímã natural.

O campo magnético terrestre é distorcido pelo ferro existente no concreto armado de nossas residências, o que acarreta uma freqüente carência de magnetismo para nossos organismos.

Este fato, aliado à poluição eletromagnética provocada pela rede elétrica e os aparelhos ligados a ela, é uma importante causa de distúrbios de saúde.

Os seres vivos possuem bioeletricidade e biomagnetismo, que interagem criando um campo bioeletromagnético. Este campo é o bioplasma (terminologia dos cientistas russos) e constitui o chamado corpo bioplasmático. Este corpo sutil é conhecido pelos místicos como corpo etérico, corpo vital, duplo etérico, bah, linqa-sharira, etc.

O corpo bioplasmático é que absorve a energia vital através dos seus centros de força (chakras). Esse prana (uma das condensações do Chi) flui através de canais bioplasmáticos (nadis, dos iogues) e vai vitalizar o sistema nervoso, as glândulas e, final-mente, o sangue. O prana (fluido vital) é um princípio vital organizador que, pelos chakras do corpo etérico, exerce uma profunda ação sobre o corpo físico.

Em 1981, Rupert Sheldrake, no livro A New Science of Life, sugere que os sistemas auto-organizadores, em todos os níveis de complexidade – incluindo moléculas, cristais, células, tecidos, organismos e sociedades de organismos – são organizados por “campos mórficos”. Em laboratório, quando se tenta pela primeira vez obter determinada cristalização, esta ocorre num espaço de tempo razoavelmente longo (por não existir uma ressonância mórfica anterior); à medida que se repete a experiência, o tempo para se realizar a cristalização vai diminuindo, como se a solução aprendesse a realizar a cristalizá-la (pela existência de uma ressonância mórfica cumulativa).

O fenômeno da influência do semelhante sobre o semelhante através do espaço e do tempo é chamado de ressonância mórfica. Este fenômeno não diminui com a distância, como também não envolve transferência de energia, mas de informação. À luz desta teoria, podemos entender que a repetição de certos eventos na natureza não está relacionada com leis eternas, imateriais, e sim com a ressonância mórfica. A teoria da transferência de energia nos esclarece como a energia dos testemunhos em radiestesia transmite-se a distância e faz-se presente em qualquer lugar onde desejemos detectá-la.

RADIESTESIA

O termo RADIESTESIA origina-se do latim (radius que significa radiações) e do grego (aesthesis que significa sensibilidade), foi utilizado pela primeira vez pelo abade Bouly em 1929.

A radiestesia é um método de análise que faz uso da faculdade supra-sensorial do tato para acessar padrões vibratórios nas mais variadas freqüências e de frágil potencial, ou seja, tão tênues que são praticamente indetectáveis. Na maioria das vezes esta energia limita-se a um conteúdo informativo. Portanto, radiestesia é a sensibilidade à radiação, ou seja, a arte e a ciência de captar as energias.

Ciência porque utiliza mecanismos da mente racional, e Arte porque através do inconsciente (instinto e intuição) é que virão as respostas ao nosso consciente por meio de instrumentos, como o pêndulo, por exemplo.

Como todo o Universo emite energia, o pêndulo, é capaz de fornecer respostas através do elo estabelecido entre as energias envolvidas em qualquer tipo de consulta. Essas vibrações são conduzidas ao cérebro, ficando por sua vez, registradas em nosso inconsciente.

Quando sintonizamos as ondas externas, nosso cérebro as capta e envia informações para o nosso inconsciente que por sua vez emite ondas internas, através da sensibilidade neuromuscular, provocando reações externas, em forma de movimentos, nos instrumentos usados na radiestesia (aurameter, pêndulos, varinhas, etc.).

Assim sendo, os instrumentos radiestésicos funcionam como amplificadores e passam a ser um instrumento prático de conhecimento e autoconhecimento, que a partir de determinados movimentos nos fornecem respostas objetivas e claras a questões de qualquer natureza, tais como o campo energético (áurico) das pessoas, desequilíbrios de Chakras , localizações de jazidas, água, pessoas e objetos desaparecidos, etc.

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