Rapa Nui – Os Gigantes da Ilha de Páscoa

No ano de 1722, domingo de páscoa, a bordo do navio de Afrikaanske Galei, os marinheiros trabalham normalmente. Há quatro meses e meio tinham levado ferros da Holanda em viagem de exploração e comércio e afora o rápido combate com um grande galeão espanhol, que tinham deixado para trás graças a sua superior velocidade, tudo havia corrido ao gosto do comandante comodoro Jacob Roggeveen.

Súbito o vigia , anuncia ” terra à vista”. Aproximam-se de uma ilha não assinalada no mapa. Com a pouca luz do entardecer chegam em tempo de avistar no litoral, sobre longas muralhas de pedra, enormes gigantes que parecem dispostos a evitar desembarque. Roggeveen manda ancorar longe da costa e decide esperar pelo amanhecer para tomar uma decisão Quando o dia clareia os europeus têm sua segunda surpresa. Os gigantes permaneciam parados e com óculos de alcance foi possível avistar gente de tamanho normal que se movia entre eles.


Tinham-se assustado com estátuas. Resolvem então desembarcar, após batizar a ilha em honra a data de sua descoberta.

As mais de 887 estátuas da Ilha de Páscoa contêm em si uma pergunta imediata: como um lugar tão pequeno e isolado poderia originar uma cultura capaz de obras tão espetaculares? Desvendar os mistérios desta ilha não é uma tarefa fácil, e há inúmeras décadas pesquisadores e arqueólogos têm se dedicado às questões que Páscoa suscita. Quem construiu os moais? Como foram eles transportados até os ahus?

A Ilha de Páscoa é o lugar habitado mais isolado do mundo: são 118 km² de terra no sudoeste do oceano pacífico,1.600 km a leste da ilha de Pitcairn e 3.700 km a oeste do Chile. O holandês Jacob Roggenveen foi o primeiro ocidental a visitar o lugar, em 1722. Encontrou polinésios e nativos de “pele clara e cabelos vermelhos”, que moravam em cabanas feitas de colmo e subsistiam da escassa vegetação. Ainda hoje os nativos a chamam de “Mata ki te rangi”, ou seja, olhos fixados no céu no idioma local (rapanui) ou ainda de “Rapa Nui “(ilha grande) ou de “Te pito o te henúa” (umbigo do mundo).

A ilha da Páscoa é uma pequena parte de um antigo continente hoje submerso: as terras da Lemúria. Isso significa que aquelas terras pertenceram à Lemúria. A Lemúria submergiu mas voltou a emergir, não uma mas várias vezes. A Ilha da Páscoa, um dos pontos mais altos do continente lemuriano, está entre os primeiros lugares a “sair das águas” quando há alterações, para baixo, do nível dos oceanos. As etnias que habitaram a ilha foram representantes dos Atlantes. Em meio às revoluções da crosta terrestre, massas de terra, muitas vezes desaparecem no mar para ressurgir, em outra era. A ilha da Páscoa “…emergiu intacta com seu vulcão e suas estátuas…”

Ela é muito importante graças à sua história arqueológica. Ela é considerada a ilha do Pacífico mais rica em megálitos, além de também ser a única fonte que prova a existência de um sistema de escrita genuíno e antiquíssimo na Polinésia. Porém como as gigantes estátuas foram construídas no local ainda há muitas lendas e mistérios. Ninguém sabe explicar ao certo como estes moais, que representam figuras humanas, com grandes orelhas e membros alongados, foram erguidas e transportadas até a ilha.

Vivem aproximadamente 2000 pessoas na ilha, mas nunca houve mais de 4000, e se isso for verdade, não há solução para o mistério da ilha de Páscoa. Pois se 70% da população da ilha eram mulheres, crianças e velhos, e se parte dos homens da ilha atuavam na agricultura de subsistência, pouco menos de 600 homens não poderiam jamais ter esculpido um número tão grande de pedras sendo que cada um dos colossos mede mais de20 metros e pesa até 400 toneladas.

A maioria dessas figuras tem apenas uma parte de seu tamanho ao nível do chão e para saber seu real tamanho é preciso cavar muito. Todas tem a mesma aparência séria e carrancuda e mesma expressão e linhas. Muitos dos moradores da Ilha dizem que estas estátuas têm um poder ancestral muito grande, e que podem ser a representação de possíveis visitantes extraterrenos, os quais deixaram sua representação na Terra em forma de estátuas.

Muitos pesquisadores acreditam que as estátuas da ilha representam homens reais, pertencentes a uma raça extinta de porte notavelmente mais avantajado que os homens atuais. Eram gigantes aqueles que esculpiram as estátuas chamadas Moais.

Outro ponto curioso que todas elas se põem numa forma intrigante olhando ao horizonte, algumas pessoas falam de seu grande poder astronômico, pois estudos comprovam que elas não olham ao horizonte e sim para as fases da lua.

Rano Raraku é uma cratera vulcânica formada de cinzas vulcânicas ou tufo localizada na parte baixa de Terevaka no Parque Nacional Rapa Nui. Foi uma pedreira por 500 anos até o começo do séxulo XVIII e fornecia as pedras que compõem 95% dos Moai da ilha. Dali as estátuas eram transportadas por 20km. Não havia escravos na ilha e não há nenhum sinal de meio de transporte. Dizem as lendas que as estátuas andavam sozinhas por meio de uma força secreta, a Mana. Apenas duas pessoas tinham a Mana, mas um dia fugiram com ela, o que talvez explique porque o trabalhoem Rano Rarakuparou, na Ilha de Páscoa. Rano Raraku é um Património Mundial do Parque Nacional Rapa Nui e nomeia sete seções do parque.

Recentes descobertas identificaram que as estátuas gigantes, os Moais, tem corpos e mãos e inúmeras escrituras em seus corpos. Um grupo de pesquisa privado tem escavado as estátuas da Ilha da Páscoa e está estudando as escrituras nos corpos das mesmas, cuja maior parte está enterrada.

A dúvida agora é por que estes gigantes de pedra tiveram seus corpos enterrados? As estatuas sempre foram assim ou com o tempo ficaram desta maneira?

Uma das teorias sobre o desaparecimento dos habitantes originais de Rapa Nui foi a superpopulação que levou a conflitos internos e falta de alimentos. Agora surge outra hipótese: um enorme deslizamento pode ter varrido a ilha e sua civilização. Isso aniquilou a população e fez com que as estatuas ficassem com boa parte do seu corpo sob a terra.

É meus amigos, existem muito mais coisas entre o céu e a terra……..

Fonte:

* Grandes Enigmas da Humanidade.  Luís Carlos Lisboa e Roberto Pereira de Andrade

* A Doutrina Secreta – vol. III Antropogênese. [Trad. Raymundo Mendes Sobral]. BLAVATSKY, H.P..

* The Other Mystery of Easter Island – DAMS INTERISTING – publicado em 26/12/2006, acesso em 06/02/2012.

* Ilha de Páscoa – WIKIPÉDIA.  – acesso em 06/02/2012.

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