Colar de âmbar

colar-de-ambar-bem-me-querO Âmbar da zona do Báltico é conhecido por reduzir a acidez no corpo humano de uma forma totalmente natural.

Este Âmbar tem sido usado durante séculos como um remédio natural para o alívio da dor , para promover a rápida cicatrização e estimular o sistema imunológico seja em crianças ou adultos.

As suas propriedades analgésicas e anti-inflamatórias tornam-no ideal como um produto natural (sem drogas) para bebês e crianças.

Esta resina natural era usada na medicina da Grécia Antiga por suas propriedades curativas. Inclusive estes colares são indicados para quem tem artrite, enxaqueca e refluxo.

É conhecido também pelos antigos como um potencializador de boas energias e protetor das menos boas.

No bebê, o uso constante do colar ou da pulseira de âmbar ajuda a reduzir os sintomas mais comuns relacionados com a dentição, tais como: vermelhidão nas bochechas, gengivas inchadas, assaduras, febre, erupções cutâneas e febres – este âmbar é, há muitos séculos, tradicionalmente usado na Europa (em especial países do norte à volta do Báltico).

Você pode comprar ou fazer o colar ou a pulseira. Mas para usar o colar nos bebês, são necessários alguns cuidados como:

– entre cada conta ter um nó para que se houver o acidente de o cordão se partir cair no máximo 1 conta;

colar de ambar_nó entre cada conta– utilizar um fecho de rosca ou de encaixe, em plástico, coberto com âmbar para que a criança não consiga abrir. O fecho de encaixe solta-se facilmente caso a criança engate em alguma coisa, evitando assim o sufocamento;

colar de ambar_fecho encaixe ambar-necklace-clip – com 33cm dificilmente se prende a alguma coisa ou eles conseguem levar à boca;

– recomenda-se que a criança não durma com o colar (pois é um longo período sem supervisão de um adulto);

– as propriedades benéficas do âmbar acontecem quando este está em contacto com a pele.

É importante evitar o contato com produtos químicos. A água do mar não danifica em absoluto o âmbar assim como a água limpa. O colar deve ser sempre muito bem seco e preferencialmente ao Sol – também por causa do fio de algodão com que é construido.

Como identificar o âmbar verdadeiro.

Não é muito difícil de diferenciar as imitações em plástico ou copal (resinas jovens). Aqui estão alguns testes simples:

1. O copal e o plástico não toleram solventes. Coloque 1 ou 2 gotinhas de acetona ou álcool numa das contas do colar de âmbar ou da pulseira de âmbar. Se a superfície ficar viscosa, pegajosa ou retirar/alterar a cor mel, pode acreditar que não é âmbar. O âmbar não se altera e não se dissolve perante este tipo de dissolventes. Este é um dos testes simples que pode fazer sem danificar o colar do seu bebé.

2. O âmbar não derrete. Ele queima devagar como incenso. O copal e o plástico derretem. No entanto enquanto o plástico deixa um cheiro horrível quando é queimado, o cheiro do copal pode ser muito idêntico ao do âmbar. O âmbar tem um cheiro doce, parecido com o pinho, muito agradável, quando é queimado – por esta razão foi utilizado durante séculos como incenso. (Recomendaria que não fizessem este teste com os colares já que poderão queimar também o fio que une as contas).

3. O âmbar boia na água salgada. Esta é a razão de facilmente nas praias da Costa Báltica se encontrar âmbar, especialmente depois de tempestades. O âmbar é libertado de uma camada muito profunda do Oceano – blue earth. Para fazer este teste misture 1 parte de sal com 2 partes de água e dissolva completamente o sal. Coloque uma peça de âmbar na mistura. Plástico e copal afundarão enquanto o âmbar flutuará.

4. O âmbar é «morno» ao toque (as imitações em vidro serão sempre mais frias que a sua pele) e tem eletricidade estática. Corte pedacinhos pequenos de papel e espalhe os numa mesa, pegue uma peça de âmbar e esfregue em lã, aproxime-a em seguida aos pedacinho de papel – estes serão atraídos como íman pelo âmbar.

O âmbar tem diferentes tonalidades e do ponto de vista terapêutico isso não tem influência. O que é importante é que seja âmbar natural do báltico já que é este o que tem a maior concentração de ácido sucínico responsável pelos benefícios terapêuticos. As cores são portanto uma questão de gosto pessoal e estética.

Quanto aos modelos, é apenas a forma em que foram polidas e moldadas as peças de âmbar. Normalmente quanto mais pequenas ou perfeitas as contas forem mais caro se torna o colar. O aspecto limpinho e mais brilhante é resultado do polimento que é feito ao ser trabalhado. Os modelos são portanto também uma questão de gosto pessoal.

Em relação à limpeza do colar (ou outra peça de joalheria com âmbar) deve usar-se um pano ou flanela macia e água limpa – idealmente deve secar ao Sol.

Deve ser guardado, de preferência, num saquinho de tecido.

É isso aí, vamos nos cuidar e cuidar dos que nos são caros.

Em Curitiba, você pode encontrar pedras preciosas e semi-preciosas nos seguintes endereços:

* A GRUTA – pedras preciosas e semi-preciosas
Av. Manoel Ribas, 5175 – Santa Felicidade
Fone: (41) 3374-4646.
 
*Pietra Nobile Gemas Minerais
Pç Garibaldi 39 São Francisco
Fone: (41) 3223-2501

 

Grande abraço, Denise Mercer.

Parto de lótus

Lotus-BirthNo Parto de Lotus, o bebê nasce, a placenta nasce e o cordão não é cortado. A placenta permanece ligada ao bebê através do cordão, até que este se solte sozinho, naturalmente.

O Parto de Lotus é uma prática muito comum em algumas culturas, principalmente indígenas onde o “fazer parte de um todo” é muito significativo, diferente de nossa cultura, onde a individualidade, a privacidade, é um fator marcante. Se pararmos para refletir como a maioria de nós nasceu (sob o efeito de medicamentos, ocitocina sintética, anestesia, isolados de nossas mães e privados da necessidade mamífera básica de acesso ao seio materno e do contato pele-a-pele) talvez seja mais fácil entender as dificuldades que temos em nossas relações interpessoais.

Os benefícios de um Parto de Lotus são melhor abordados em culturas que procuram entender o ser humano como parte de um todo, sob uma visão holística, menos tecnocrática. Países como a India, China e Egito. Conceitos ausentes na ciência biomédica ocidental.

No Parto de Lotus há um entendimento do bebê e placenta como uma única unidade, sendo a placenta um órgão essencial, assim como o coração ou o fígado cujo funcionamento é essencial para a vida. No Parto de Lotus, a relação bebê-placenta é muito forte, tanto que a mãe dá a luz ao bebê e à placenta.

“Não há razões médicas sustentáveis para cortar o cordão umbilical separando a unidade biológica que concebeu, cresceu e nasceram juntos. O Parto de Lotus garante que o bebê recebe o quociente completo de oxigênio no sangue altamente nutritivo que está no cordão. A criança obtém 40 a 60 ml de sangue ‘extra’ a partir da placenta se o cordão não estiver vinculado até pulsações cessar. A perda de 30 mL de sangue para o recém-nascido é equivalente à perda de 600 ml para um adulto. A prática comum de corte imediato do cordão antes das pulsações cessarem, possivelmente, priva o recém-nascido de 60 ml de sangue, o equivalente a um 1200ml em um adulto. Esta é uma explicação provável do estranho fenômeno de perda de peso que a maioria dos recém-nascidos parecem suportar. O novo organismo é colocado imediatamente sob estresse para reproduzir o sangue que lhe foi negado.” Dra. Sarah Bucley (http://www.sarahbuckley.com/leaving-well-alone-a-natural-approach-to-the-third-stage-of-labour)

Na Inglaterra muitas instituições de saúde, já estão preparadas para oferecer este atendimento aos casais que assim desejam, e que mesmo aqueles que não desejam o Parto de Lotus, são orientados a deixar o cordão ligado por pelo menos 3 horas após o nascimento. Ela explicou que alguns estudos demonstram os benefícios de manter a placenta ligada ao bebê através do cordão, como:

– transfusão total do sangue que está na placenta para o bebê, diminuindo os riscos de anemia na primeira infância;

– o bebê recebe toda vitamina K presente na placenta, o que em tese, diminui a necessidade da aplicação da vitamina K no bebê após o nascimento (a vitamina K é importante para evitar hemorragia no recém-nascido);

– o bebê recebe muito mais células tronco (presentes na placenta e no cordão umbilical);

– o bebê recebe mais células de defesa presente na placenta, aumentando sua imunidade;

– aumenta o sucesso na formação do vínculo entre mãe e bebê.

– encoraja a mãe a ficar mais quieta e próxima ao bebê durante os primeiros dias;

– como o cordão não é cortado, não há risco de infecção.

E o cheiro da placenta…? Não apodrece?

Existem técnicas para se “cuidar” da placenta até que ela seque. Em geral, o cordão solta em 3 dias (diferente de quando é cortado). No site LotusBirht.net existe a informação de que quando um cordão é cortado imediatamente após o nascimento, leva em média 9,56 dias para o “coto” secar e cair. Quando é cortado tardiamente (após parar de pulsar), leva em média 7,16 dias para secar e cair. E quando não é cortado, como no Parto de Lotus, leva em média 3,75 dias para secar e soltar.

E o bebê?

“Esses bebês que nascem de um Parto de Lotus são diferentes, são mais “inteiros”, mais parecidos como bebês costumavam ser. Os bebês de hoje são frequentemente muito preocupados, eles mostram sinais de estresse. Isto é preocupante… Que o estresse esteja aumentando, mesmo em bebês. O exemplo mais marcante de bem-estar que já vi em um bebê nascido de um parto de lótus era um bebê cujo pai havia morrido durante a gravidez. Quando isso acontece, pode-se esperar que a criança vai manifestar sintomas de estresse relacionado ao estado emocional das mães. Porém, esta criança nascida de um parto de lótus estava completamente livre do trauma residual que estes casos costumam deixar. Era muito calmo e centrado. Observando os bebês que atendo, o Parto de Lotus é notoriamente mais benéfico.“ Helma Bak, médica nascida na Holanda, que pratica a medicina antroposófica e homeopatia na Austrália.

Claro que isso é só a pontinha do iceberg. Existem muitas informações sobre os benefícios do Parto de Lotus e sobre os cuidados com a placenta. Vale a pena dar uma lida.

Mais informações em: http://www.foxnews.com/health/2013/04/11/lotus-birth-trend-keeps-umbilical-cord-and-placenta-attached-to-baby-for-days/#ixzz2QBLBk9Ih

Uma experiência linda de se compartilhar: http://amayum.wordpress.com/gestacao-consciente-e-parto-natural/parto-natural/

Outras informações:

Livro ” Lotus Birth” – de Shivam Rachana no site http://lotusbirth.info/

O prefacio do livro Lotus Birth é de Michel Odent, o renomeado obstetra francês defensor do parto humanizado .

Shivam Rachana é diretora da Faculdade Internacional de Partos Espirituais – International College of spiritual Midwifery – ICSM – na Australia

Outros links sobre Nascimento Lotus:

http://www.lunamaya.org

http://www.womenofspirit.asn.au

http://www.lotusbirthdvd.com

As fases da Lua e o nascimento dos bebês

moons_fases da LuaO momento da gravidez é permeado por muitas dúvidas e alegrias. Uma dúvida é a história de que o bebê costuma nascer na nona mudança de lua, contada a partir da data de concepção da criança.

Segundo José Bento, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein e do Hospital São Luiz, que deu depoimento para uma matéria do Portal Terra, não há pesquisas científicas que atestem a influência da lua na data de nascimento do bebê.

“Até hoje, nenhum estudo comprovou a relação das duas coisas. Mas, na época em que eram feitos mais partos normais do que cesarianas, as noites de plantão mais agitadas, coincidentemente, eram as de mudanças da lua”, relembra José. “Sempre que tínhamos muitos nascimentos, a equipe corria para conferir o calendário e verificava que a lua estava mudando na data”, brinca.

O médico ressalta que, com o crescimento do índice de cesarianas, isso não tem mais tanta importância, pois a data do nascimento é agendada previamente. (Sugiro que assistam o filme: O renascimento do parto, de Érica de Paula e Eduardo Chauvet).  Acredita-se que a mudança da lua influenciaria o líquido amniótico. Essa modificação estimularia o nascimento da criança.

As futuras mamães que estão perto de dar a luz devem ficar atentas às mudanças de fases da Lua. Quem nunca escutou que certas fases da Lua influenciam no dia do parto? Coincidência ou não, é melhor ficar de olho no calendário se preparar para esse momento tão especial.

Você sabia que algumas maternidades realmente deixam mais profissionais disponíveis durante os períodos de lua cheia? Se você perguntar a suas amigas, vai descobrir que quase todas deram à luz na lua cheia (ou muito perto dela).

A luz da lua cheia é um sinal para o seu organismo diminuir a produção de melatonina (hormônio que regula os ciclos de atividade/repouso, sono e vigília). Em humanos, a melatonina tem sua principal função em regular o sono; ou seja, em um ambiente escuro e calmo, os níveis de melatonina do organismo aumentam, causando o sono.

Quando a Lua está mais próxima da Terra, ela interfere nos elementos fluidos, como as marés, por exemplo. Para a astrologia, como a Lua influencia todos os líquidos da Terra, não poderia ser diferente com os seres humanos. Portanto, esta interferência da Lua também se estende ao fluxo de água do ventre materno.

A Lua é totalmente ligada às questões da família e da maternidade. As mudanças da Lua também se refletem nas emoções humanas e no início de novos ciclos.

Segundo um estudo suíço, as quatro fases da lua podem ter efeito, inclusive, sobre o sono das pessoas. A pesquisa, que será publicada na edição de 5 de agosto da revista “Current Biology“, aponta que, na lua cheia, a atividade cerebral ligada ao sono profundo diminui até 30%.

É lógico que a natureza afeta nossos corpos muito mais do que a comunidade científica consegue comprovar.

Nosso corpo é formado por aproximadamente 70, 75% de água. Da mesma maneira que interferimos na natureza, ela interfere em nossos ciclos de vida. Basta ter olhos abertos para ver, ouvidos para escutar e sensibilidade para sentir.

Seja feliz sempre!

Denise Mercer.

Musculatura pélvica e incontinência urinária

Em alguns momentos de nossas vidas, podemos perceber mudanças ou um enfraquecimento na musculatura pélvica, como durante a gestação, por exemplo.

O peso do bebê e o trabalho de parto podem causar alguns efeitos sobre sua musculatura pélvica e pode-se perceber uma incontinência urinária. Essa pode ocorrer também quando você ri ou tem tosse crônica.

Uma maneira prática e bastante eficaz para fortalecer o assoalho pélvico são os exercícios de Kegel.

Exercícios Kegel – é o nome de um determinado tipo de exercício físico que foi criado por Arnold Kegel, na década de 1940, e que tem como finalidade fortalecer o músculo pubococcígeo.

Este exercício consiste na contração e descontração destes músculos, que são por vezes nomeados músculos de Kegel, numa referência ao exercício. O objetivo deste é restaurar o tônus muscular e força do músculo já referido de modo a prevenir ou reduzir problemas do pavimento pélvico e aumentar a gratificação sexual.

Os exercícios de Kegel são tidos como um bom meio para tratar o prolapso vaginal e prevenir o prolapso uterino nas mulheres. Pode ser também benéfico no tratamento da incontinência urinária, tanto nos homens como nas mulheres. Os exercícios de Kegel são também conhecidos como exercícios do pavimento pélvico ou simplesmente Kegels.

Embora o Dr. Arnold Kegel tenha contemporanizado e popularizado estes exercícios, a sua prática já era conhecida dos Taoístas da China antiga. Estes desenvolveram os exercícios com vista a melhorar a saúde, a longevidade, a gratificação sexual e o desenvolvimento espiritual.

Musculatura pélvica:

Assoalho_pelvico_femininoMusculatura do assoalho pélvico feminino

deep_pelvic_floorMusculatura profunda do assoalho pélvico feminino e masculino

Benefícios dos exercícios- Fatores como a gravidez, o parto e o excesso de peso podem resultar no enfraquecimento dos músculos da pelve. Os exercícios de Kegel são úteis, em alguns casos, na recuperação da força desses músculos. Os exercícios de Kegel praticados regularmente podem também aumentar o prazer nas relações sexuais, tanto para as mulheres como para os seus parceiros. Depois do parto, a prática destas contrações do pavimento pélvico durante as relações sexuais com uma parceiro masculino, permite uma reação imediata do seu parceiro, que pode dizer se sente ou não os músculos a contrair à volta do seu pênis. Desta maneira, uma mulher que recentemente deu à luz pode treinar para restituir aos seus músculos do pavimento pélvico a força e o tônus que tinham antes do parto.

Como localizar esta musculatura – Os músculos puboccígeos são os usados para parar o fluxo de urina durante a micção, e estes podem ser facilmente identificados deste modo. Contudo, depois do músculo identificado, não é recomendado praticar os exercícios de Kegel durante a micção pois isto poderia levar a infecções do trato urinário.

Como realizar os exercícios – realizar os Kegels é realmente muito fácil. Uma vez localizado os músculos pélvicos, apenas contraia-os. Segure essa contração por três segundos e, em seguida, solte. Relaxe por três segundos e continue. Certifique-se de não estar contraindo as nádegas, pernas e estômago.

É recomendado que você comece devagar, pratique por um, dois, três minutos por dia, durante alguns dias até que esteja pronta para aumentar suas repetições. Aumente gradualmente até conseguir fazer 15 minutos de kegels todos os dias.

Esteja você no chuveiro, no trânsito, assistindo um filme, ou sentado em frente do computador no trabalho você pode fazê-los. Estes exercícios podem ser realizados em qualquer lugar e em pouco tempo você vai perceber a diferença em sua musculatura pélvica, como o aumento do tônus e da força.

Um abraço, Denise Mercer.