Atendimentos: domiciliar e à distância.

Trata-se de um conceito inovador na prestação de serviços em saúde e que foi desenvolvido única e exclusivamente pensando nas necessidades e no bem estar de nossos clientes.

Atendimento domiciliar e à distância:

Apometria Quântica
Cura de ambientes
Magnified Healing
Radiestesia
Reiki

Atendimento domiciliar:

Fisioterapia

Anúncios

ACÓRDÃO Nº 611, DE 1º DE ABRIL DE 2017 – normatização da utilização e/ou indicação de substâncias de livre prescrição pelo fisioterapeuta

Os Conselheiros do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, reunidos na sessão da 274ª Reunião Plenária Ordinária, no uso de suas atribuições e disposições regulamentares conferidas pela Lei nº 6.316, de 17 de dezembro de 1975, e pela Resolução-COFFITO nº 413, de 19 de janeiro de 2012;
Considerando que o Ministério da Saúde institucionalizou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), nos termos da Portaria Ministerial nº 971, de 3 de maio de 2006;
Considerando que a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu a relevância social das práticas integrativas;
Considerando que a Resolução-COFFITO nº 380, de 3 de novembro de 2010, regulamentou o uso pelo fisioterapeuta das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde;
Considerando que o Ministério da Saúde estabeleceu a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, por meio do Decreto Presidencial nº 5.813, de 22 de junho de 2006;
Considerando a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre o uso racional e economicamente eficiente dos medicamentos por parte dos profissionais de Saúde;
Considerando que a Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, o Decreto nº 8.077, de 14 de agosto de 2013, e demais legislações e registros da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) versam sobre os fitoterápicos e suas restrições de prescrição, nos termos da RDC nº 98, de 1º de agosto de 2016;
Considerando a Portaria SVS/MS nº 40, de 13 de janeiro de 1998, que estabelece os níveis máximos de segurança de vitaminas e minerais;
Considerando que a Resolução RDC-ANVISA nº 26, de 30 de março de 2007, dispôs sobre a isenção de registro de medicamentos homeopáticos industrializados sem a obrigatoriedade de prescrição;
Considerando que a Resolução RDC-ANVISA nº 269, de 22 de setembro de 2005, regulamenta a Ingestão Diária Recomendada (IDR);
Considerando que a Portaria Interministerial nº 2.960, de 9 de dezembro de 2008, aprovou o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, com o objetivo de, entre outros, construir um marco regulatório sobre plantas medicinais e fitoterápicos, e estabeleceu critérios de inclusão e exclusão de espécies nas relações nacionais e regionais de plantas medicinais, e que devem ser utilizados pelos prescritores como guia;
Considerando a Instrução Normativa-ANVISA nº 9, de 17 de agosto de 2009, que trata dos florais;
Considerando que a Coordenação de Medicamentos Fitoterápicos e Dinamizados (COFID) esclareceu que não fica a cargo da ANVISA e nem do Ministério da Saúde regular as classes de medicamentos que cada profissional poderá prescrever, pois essa é uma atribuição de cada conselho de classe profissional, que, por meio do seu Conselho Federal, publica resoluções no âmbito de atuação de seus profissionais;
Considerando que os recursos de iontoforese e fonoforese são de utilização notória na prática clínica do fisioterapeuta há algumas décadas, e que, para esse fim, ele utiliza substâncias biologicamente ativas e que carecem de normatização específica no Brasil para utilização por este profissional;
Considerando que a Terapia Fotodinâmica é um recurso recentemente descoberto, a partir da prática da fototerapia, sendo utilizadas substâncias fotossensíveis em baixas concentrações, que, sob a ação de Laser ou Led, podem ser ativadas e desencadear efeito terapêutico;
Considerando que nem todas as ações elencadas no ato administrativo do Ministério da Saúde e neste Acórdão estão incluídas na CBO/2002, revisada no ano de 2008, publicada em 2009;
Considerando, por fim, que o fisioterapeuta é ator importante na promoção, educação, restauração e preservação da saúde, na forma do Decreto-Lei nº 938, de 13 de outubro de 1969, norma legal de conteúdo vago e indeterminado, em que a extensão do exercício profissional é regulada por este Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional;
ACORDAM em aprovar, por unanimidade, a normatização da utilização e/ou indicação de substâncias de livre prescrição pelo fisioterapeuta, observando-se ainda que:
I – O fisioterapeuta poderá adotar as referidas substâncias, de forma complementar à sua prática profissional, somente quando os produtos prescritos tiverem indicações de uso relacionadas com o seu campo de atuação e embasadas em trabalhos científicos ou em uso tradicional reconhecido, atendendo aos critérios de eficácia e segurança, considerando-se as contraindicações e oferecendo orientações técnicas necessárias para minimizar os efeitos colaterais e adversos das interações existentes, assim como os riscos da potencial toxicidade dos produtos prescritos.
II – A decisão do Plenário do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional visa aperfeiçoar a utilização e/ou indicação de substâncias de livre prescrição pelo fisioterapeuta, considerando o atual contexto científico e social, para correto emprego das plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos/fitofármacos, medicamentos antroposóficos, medicamentos homeopáticos, medicamentos ortomoleculares, florais, medicamentos de livre venda para fonoforese e iontoforese, fotossensibilizadores para terapia fotodinâmica nos distúrbios cinético-funcionais, e autorizar a prática de todos os atos complementares que estiverem relacionados à saúde do ser humano e que vierem a ser regulamentados pelo Ministério da Saúde, por meio de portaria específica.
III – Na presente decisão o Plenário do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional trata dos seguintes recursos: medicamentos fitoterápicos/fitofármacos, medicamentos homeopáticos, medicamentos antroposóficos, medicamentos ortomoleculares, fotossensibilizadores para terapia fotodinâmica, iontoforese e fonoforese com substâncias de livre prescrição e florais como próprios da Fisioterapia.

Fitoterápicos/Fitofármacos
IV – Fitoterápicos são considerados medicamentos obtidos com emprego exclusivo de matérias-primas ativas vegetais. Não se considera medicamento fitoterápico aquele que inclui na sua composição substâncias ativas isoladas, sintéticas ou naturais, nem as associações dessas com extratos vegetais. Fitofármaco, por definição, é uma “substância ativa, isolada de matérias-primas vegetais ou mesmo mistura de substâncias ativas de origem vegetal”.

Homeopatia e Antroposofia
V – Medicamentos homeopáticos são medicamentos dinamizados, preparados com base nos fundamentos da homeopatia, cujos métodos de preparação e controle estejam descritos na Farmacopeia Homeopática Brasileira, edição em vigor, outras farmacopeias homeopáticas, ou compêndios oficiais, com comprovada ação terapêutica descrita nas matérias médicas homeopáticas ou nos compêndios homeopáticos oficiais, estudos clínicos, ou revistas científicas, respeitando-se sempre a respectiva Instrução Normativa da ANVISA.
VI – Não há restrição de prescrição para os medicamentos dinamizados que possuam um único insumo ativo isentos de prescrição, conforme disposto na “Tabela de potências para registro e notificação de medicamentos dinamizados industrializados” – Resolução RDC-ANVISA nº 26, de 30 de março de 2007.
VII – Medicamentos antroposóficos são medicamentos dinamizados preparados com base nos fundamentos da antroposofia, cujos métodos de preparação e controle constam nas Farmacopeias Homeopáticas e Código Farmacêutico Antroposófico ou compêndios oficiais reconhecidos pela ANVISA, com comprovada indicação terapêutica, estudos clínicos, ou presentes em revistas científicas. A prescrição, dessa maneira, deve seguir as formulações farmacêuticas descritas na Farmacopeia e normas da ANVISA.

Terapia Ortomolecular
VIII – O principal objetivo da Terapia Ortomolecular é restabelecer o equilíbrio do organismo. Isso é feito através do uso de substâncias naturais como vitaminas, minerais, enzimas, gliconutrientes, ácidos graxos e aminoácidos. Essas substâncias também são utilizadas no combate aos radicais livres.

Florais
IX – As essências florais são registradas como uma espécie de complemento alimentar, uma bebida tipo brandy, álcool natural, de cereal, vinagre de maçã (como conservante), bonificado com essências de flores, não sendo, pois, legalmente consideradas medicamentos. O foco de atuação das essências está no nível energético, facilitando o melhor controle sobre o próprio corpo e uma maior participação espontânea no processo de cura. Todas as flores empregadas na preparação das essências são colhidas no campo, em estado silvestre (Parecer nº 23/1993, 030/COIU, do Ministério da Agricultura e Reforma Agrária/Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária).
X – Acrescente-se que no Ofício MS/SVS/GABIN nº 479, datado de 23 de outubro de 1998, a ANVISA relata que as essências florais não constituem matéria submetida ao regime da vigilância sanitária, ao teor da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, e seus regulamentos, não se tratando de medicamentos, drogas ou insumos farmacêuticos.

Terapia Fotodinâmica e Fotossensibilizadores
XI – A Terapia Fotodinâmica é uma técnica que associa radiação eletromagnética em um comprimento de onda apropriado, com uma substância medicamentosa fotossensibilizadora e o oxigênio molecular, a fim de promover um efeito tóxico pela formação de produtos altamente reativos em estruturas membranosas celulares e vasculares in situ.
XII – O presente Acórdão será preponderante no aspecto ético-deontológico e sua não observância poderá ser, a juízo dos Conselhos Regionais e Federal, considerado como circunstância agravante de eventual pena imposta em processo ético, que avalia o exercício do profissional fisioterapeuta na utilização e/ou indicação de substâncias de livre prescrição.

Dr. Cássio Fernando Oliveira da Silva
Diretor-Secretário

Dr. Roberto Mattar Cepeda
Presidente do COFFITO

Clique aqui  e veja a publicação no D.O.U, realizada no dia 25 de abril de 2017.

Fonte: http://www.coffito.gov.br/nsite/?p=6670

RESOLUÇÃO Nº. 380/2010 – Regulamenta o uso pelo Fisioterapeuta das Práticas Integrativas e Complementares de Saúde e dá outras providências.

RESOLUÇÃO COFFITO nº. 380, de 3 de novembro de 2010.

(DOU nº. 216, Seção 1, em 11/11/2010, página 120)

Regulamenta o uso pelo Fisioterapeuta das Práticas
Integrativas e Complementares de Saúde e dá outras providências.

O Plenário do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, no uso das atribuições conferidas pelos incisos II e IX do art. 5º da Lei nº. 6.316, de 17 de setembro de 1975, em sua 208ª Reunião Ordinária, realizada no dia 03 de novembro de 2010, em sua subsede, situada na Rua Napoleão de Barros, nº. 471, Vila Clementino, São Paulo-SP, considerando:
1) A institucionalização pelo Ministério da Saúde das Práticas Integrativas e Complementares de Saúde nos termos da Portaria Ministerial 971/2006;
2) O reconhecimento de sua relevância social pela Organização Mundial de Saúde (OMS);
3) A necessidade de fundamentá-las eticamente ao perfundi-las socialmente sob o manejo de profissionais de saúde regulamentados;
4) Que todas as ações elencadas no ato administrativo do Ministério da Saúde, estão incluídas no CBO/2002, revisado no ano de 2008, publicado em 2009;
5) Que as Práticas Integrativas e Complementares de Saúde, em seus exatos termos, não concorrem com os atos profissionais previstos na reserva legal da assistência fisioterapêutica regulamentada;
6) Que o objeto social da assistência fisioterapêutica regulamentada está consolidado nos cuidados preventivos, diagnósticos e terapêuticos indicados para a superação dos distúrbios incidentes na saúde
cinesiológica funcional do indivíduo, intercorrentes em órgãos e/ou sistemas funcionais do corpo humano;
7) Que o fisioterapeuta é ator importante na promoção, na educação, na restauração e na preservação da saúde.
8) Que a lei Nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, o Decreto Nº 79.094, de 5 de Janeiro de 1977 e demais legislação e registros da ANVISA que versam sobre os Fitoterápicos e suas restrições de prescrição,
nos termos da RDC 138 de 29 de maio de 2003, resolve:
Artigo 1º- Autorizar a prática pelo Fisioterapeuta dos atos complementares ao seu exercício profissional regulamentado, nos termos desta resolução e da portaria MS número 971/2006:
a) Fitoterapia;
b) Práticas Corporais, Manuais e Meditativas
c) Terapia Floral;
d) Magnetoterapia
e) Fisioterapia Antroposófica;
f) Termalismo/ Crenoterapia/Balneoterapia
g) Hipnose.
Parágrafo primeiro: excluem-se deste artigo os procedimentos cinesioterapêuticos e hidrocinesioterapêuticos componentes da reserva legal da Fisioterapia regulamentada.
Parágrafo segundo: Considerar-se-á também autorizado ao fisioterapeuta à prática de todos os atos complementares que estiverem relacionados á saúde do ser humano e que vierem a ser regulamentados pelo
Ministério da Saúde por meio de portaria específica.
Artigo 2º- O disposto nesta resolução não se aplica aos atos profissionais reconhecidos como especialidades fisioterapêuticas por instrumentos normativos específicos do Coffito.
Artigo 3º- O Fisioterapeuta deverá comprovar perante o Coffito a certificação de conhecimento das práticas integrativas e complementares. Será habilitado nos termos desta resolução o Fisioterapeuta que
apresentar títulos que comprovem o domínio das Práticas Integrativas de Saúde objeto desta resolução. Os títulos a que alude este artigo deverão ter como origem:
a) Instituições de Ensino Superior;
b) Instituições especialmente credenciadas pelo MEC;
c) Entidades Nacionais da Fisioterapia intimamente relacionadas ás práticas autorizadas por esta resolução.
Parágrafo Único: Os cursos concedentes dos títulos de que trata este artigo, deverão observar uma carga horária mínima, devidamente determinada pelo COFFITO que consultará as entidades associativas da
fisioterapia de âmbito nacional que sejam intimamente relacionadas ás práticas autorizadas por esta resolução, por meio dos seus respectivos Departamentos.
Artigo 4º- Os casos omissos deverão ser deliberados pelo Plenário do Coffito.
Artigo 5º- Os efeitos desta resolução entram em vigor na data de sua publicação, revogadas disposições em contrário.

ELINETH DA CONCEIÇÃO DA SILVA BRAGA
Diretora-Secretária

ROBERTO MATTAR CEPEDA
Presidente do Conselho

Fonte: http://www.coffito.gov.br/nsite/?p=3143

Fisioterapia geriátrica

geriatria

Envelhecer com qualidade de vida, o grande dilema do novo século. O envelhecimento traz conquistas afetivas, emocionais e materiais, entre outras. Em alguns casos junto com o envelhecimento temos a diminuição da sensibilidade, do controle sobre os movimentos e suas aplicações em atividades diárias básicas como os atos de se alimentar, se vestir e cuidados com a higiene. É aqui que se destaca a aplicação da Fisioterapia Geriátrica.

Em um campo de atuação que busca a reabilitação dos pacientes, a Fisioterapia Geriátrica busca a prevenção e a manutenção das funcionalidades do idoso. Utilizando-se de técnicas como exercícios ativos, globais e que treinem o equilíbrio desses pacientes, a Fisioterapia Geriátrica permite ainda proporcionar ao idoso a melhora na sua qualidade de vida, aproximando-o da superação das suas limitações acometidas pela idade.

A Fisioterapia Geriátrica é indicada principalmente para pessoas acima dos 50 anos de idade, embora não seja necessário apresentar problemas como dificuldade locomotora causada por problemas musculares ou nas articulações. Sua aplicação pode se fazer necessária tão cedo quanto sejam percebidos os sinais da perda da sensibilidade e controle das ações motoras.

São benefícios da Fisioterapia Geriátrica proporcionar ao paciente um envelhecimento com qualidade de vida, a melhora notável em sua capacidade de locomoção e equilíbrio, bem como a coordenação dessas funções, o aumento da força muscular e das funções da memória do idoso. Ainda garante a independência e o conforto na realização de atividades diárias, como levantar-se, fazer a higiene oral e corporal e alimentar-se.

Nossos atendimentos são domiciliares, o que garante privacidade, qualidade e conforto à nossos pacientes. Temos experiência de mais de trinta anos nesta área.

Agende uma avaliação pelo e-mail: curacuritiba@gmail.com ou pelo whatsapp: +55 (41) 9957-1632.

Um abraço,

Dra. Denise Mercer

Embolia gordurosa relacionada a lipoaspiração e lipoenxertia

Embolia pulmonar

A embolia gordurosa é definida como a ocorrência de bloqueio mecânico da luz vascular por gotículas circulantes de gordura. Acomete principalmente o pulmão, podendo afetar também o sistema nervoso central, a retina e a pele. A síndrome da embolia gordurosa é uma disfunção desses órgãos causada pelos êmbolos gordurosos.

Em poucos casos a EG evolui para a “síndrome da embolia gordurosa” (SEG) a qual afeta principalmente os pulmões e o cérebro, embora qualquer órgão ou estrutura do organismo possa ser afetada.

A síndrome da embolia gordurosa (SEG) é uma complicação grave de fraturas de ossos longos, podendo ocorrer também após procedimentos estéticos como a lipoaspiração e a lipoenxertia.

No pulmão, a SEG fulminante se manifesta como insuficiência respiratória grave e síndrome da angústia respiratória do adulto (SARA), porém os êmbolos podem atingir a circulação arterial e afetar outros locais, como o sistema nervoso central, a retina e a pele.

As causas mais comuns de embolia gordurosa e síndrome da embolia gordurosa
são as fraturas de ossos longos, onde, com o rompimento de vasos, há mistura da medula óssea com sangue, que é direcionada ao pulmão. Do pulmão pode chegar ao cérebro, rins e coração, obstruindo os vasos capilares. Também há relatos de sua ocorrência após procedimentos estéticos, como a lipoaspiração e a lipoenxertia, onde podem ocorrer a perfuração de vísceras e a injeção intravascular da gordura na corrente sanguínea.

A característica tríade de sintomas é representada pela dificuldade respiratória progressiva, pelas alterações da consciência e/ou do comportamento, e pelas petéquias cutâneas. Classicamente, os sintomas se iniciam entre 12h e 24h após o trauma, embora não sejam raros os casos em que isto só ocorra após 36h a 72h.

O diagnóstico é clínico, e o tratamento ainda se restringe a medidas de suporte, assistência ventilatória, como oxigenoterapia ou ventilação mecânica, nos casos mais graves.

Para prevenir a embolia gordurosa, alguns itens são importantes:

  • Tempo cirúrgico, uma vez que a lipoaspiração prolongada pode induzir a um maior índice de mobilização de gordura. Preconiza-se atualmente que a lipoaspiração seja feita num prazo máximo de cinco horas em ambiente apropriado e com aparelhagem e monitorização adequadas.
  • Evitar esse procedimento (lipoaspiração) associado a outros (na revisão de literatura os casos de embolia gordurosa grave estavam associados com outras cirurgias estéticas), por haver um maior risco de sangramentos, anemias agudas e mais complicações.
  • Exames pré-operatórios mais completos.

Para se ter segurança durante o procedimento cirúrgico, é importante escolher um bom profissional médico e um ambiente apropriado com aparelhagem e monitorização adequadas.

A drenagem linfática manual, realizada por um fisioterapeuta é essencial para assegurar o resultado satisfatório da cirurgia, minimizando danos, favorecendo a neovascularização sanguínea e linfática e o incremento da rede neuronal, além de proporcionar conforto ao paciente.

Segue o link de alguns estudos e publicações:

Um grande abraço, Denise Mercer (fisioterapeuta)

Musculatura pélvica e incontinência urinária

Em alguns momentos de nossas vidas, podemos perceber mudanças ou um enfraquecimento na musculatura pélvica, como durante a gestação, por exemplo.

O peso do bebê e o trabalho de parto podem causar alguns efeitos sobre sua musculatura pélvica e pode-se perceber uma incontinência urinária. Essa pode ocorrer também quando você ri ou tem tosse crônica.

Uma maneira prática e bastante eficaz para fortalecer o assoalho pélvico são os exercícios de Kegel.

Exercícios Kegel – é o nome de um determinado tipo de exercício físico que foi criado por Arnold Kegel, na década de 1940, e que tem como finalidade fortalecer o músculo pubococcígeo.

Este exercício consiste na contração e descontração destes músculos, que são por vezes nomeados músculos de Kegel, numa referência ao exercício. O objetivo deste é restaurar o tônus muscular e força do músculo já referido de modo a prevenir ou reduzir problemas do pavimento pélvico e aumentar a gratificação sexual.

Os exercícios de Kegel são tidos como um bom meio para tratar o prolapso vaginal e prevenir o prolapso uterino nas mulheres. Pode ser também benéfico no tratamento da incontinência urinária, tanto nos homens como nas mulheres. Os exercícios de Kegel são também conhecidos como exercícios do pavimento pélvico ou simplesmente Kegels.

Embora o Dr. Arnold Kegel tenha contemporanizado e popularizado estes exercícios, a sua prática já era conhecida dos Taoístas da China antiga. Estes desenvolveram os exercícios com vista a melhorar a saúde, a longevidade, a gratificação sexual e o desenvolvimento espiritual.

Musculatura pélvica:

Assoalho_pelvico_femininoMusculatura do assoalho pélvico feminino

deep_pelvic_floorMusculatura profunda do assoalho pélvico feminino e masculino

Benefícios dos exercícios- Fatores como a gravidez, o parto e o excesso de peso podem resultar no enfraquecimento dos músculos da pelve. Os exercícios de Kegel são úteis, em alguns casos, na recuperação da força desses músculos. Os exercícios de Kegel praticados regularmente podem também aumentar o prazer nas relações sexuais, tanto para as mulheres como para os seus parceiros. Depois do parto, a prática destas contrações do pavimento pélvico durante as relações sexuais com uma parceiro masculino, permite uma reação imediata do seu parceiro, que pode dizer se sente ou não os músculos a contrair à volta do seu pênis. Desta maneira, uma mulher que recentemente deu à luz pode treinar para restituir aos seus músculos do pavimento pélvico a força e o tônus que tinham antes do parto.

Como localizar esta musculatura – Os músculos puboccígeos são os usados para parar o fluxo de urina durante a micção, e estes podem ser facilmente identificados deste modo. Contudo, depois do músculo identificado, não é recomendado praticar os exercícios de Kegel durante a micção pois isto poderia levar a infecções do trato urinário.

Como realizar os exercícios – realizar os Kegels é realmente muito fácil. Uma vez localizado os músculos pélvicos, apenas contraia-os. Segure essa contração por três segundos e, em seguida, solte. Relaxe por três segundos e continue. Certifique-se de não estar contraindo as nádegas, pernas e estômago.

É recomendado que você comece devagar, pratique por um, dois, três minutos por dia, durante alguns dias até que esteja pronta para aumentar suas repetições. Aumente gradualmente até conseguir fazer 15 minutos de kegels todos os dias.

Esteja você no chuveiro, no trânsito, assistindo um filme, ou sentado em frente do computador no trabalho você pode fazê-los. Estes exercícios podem ser realizados em qualquer lugar e em pouco tempo você vai perceber a diferença em sua musculatura pélvica, como o aumento do tônus e da força.

Um abraço, Denise Mercer.

 

Fisioterapia

A Fisioterapia pode ser definida como uma ciência aplicada à prevenção e tratamento da saúde por meio de recursos físicos. Sua aplicação necessita do entendimento das estruturas e funções do corpo humano. Ela estuda, diagnostica, previne e trata os distúrbios, entre outros, cinético-funcionais (da biomecânica e funcionalidade humana) decorrentes de alterações de órgãos e sistemas humanos. Além disso, a Fisioterapia estuda os efeitos benéficos dos recursos físicos como o movimento corporal, as irradiações e correntes eletromagnéticas, o ultrassom, entre outros recursos, sobre o organismo humano. É a área de atuação do profissional formado em um curso superior de fisioterapia. O fisioterapeuta é capacitado a avaliar, reavaliar, prescrever (tratamento fisioterapêutico), dar diagnóstico cinético-funcional, prognóstico, intervenção e alta fisioterapêutica.

É administrada em consultórios, clínicas, centros de reabilitação, asilos, escolas, domicílios, clubes, academias, residências, hospitais, empresas, unidades básicas ou especializadas de saúde, pesquisas, entre outros, tanto por serviços públicos como privados.

A Fisioterapia atua nas mais diferentes áreas com procedimentos, técnicas, metodologias e abordagens específicas que têm o objetivo de avaliar, tratar, minimizar problemas, prevenir e curar as mais variadas disfunções.

Além disto, a complexidade da profissão reside na necessidade do entendimento global do ser humano, por meio da anatomia, citologia, fisiologia, embriologia, histologia, biofísica, biomecânica, bioquímica, cinesiologia, farmacologia, neurociências, genética, imunologia, além da antropologia, ética, filosofia, sociologia, deontologia, e outras ciências de formação geral.

Durante o curso, o aluno entra em contato com diversas áreas médicas a fim de associar as patologias com o tratamento fisioterapêutico ideal. Para isso, faz-se necessário o conhecimento e estudo das áreas de: cardiologia, pneumologia, pediatria, urologia, ginecologia, neurologia, geriatria, ortopedia e traumatologia, reumatologia, dermatologia, oncologia entre outras áreas. Uma formação curricular consistente permite ao fisioterapeuta, em sua avaliação ou consulta, a formulação do diagnóstico fisioterapêutico (cinesiológico-funcional), de acordo com a normatização profissional do Brasil.

A fisioterapia foi regulamentada oficialmente no Brasil pelo Decreto-Lei nº 938 em 1969 e pela Lei Federal nº 6.316 em 1975.

Santa Alphais é considerada a padroeira dos fisioterapeutas.

Prevenção
A atenção fisioterapêutica propicia o desenvolvimento de ações preventivas primárias, secundárias e terciárias. Mesmo antes da doença atingir o horizonte clínico, ou seja, de exibir sinais e sintomas, podem ser desenvolvidas intervenções preventivas.

Em indivíduos sob atenção do Fisioterapeuta para recuperação funcional de lesões e/ou disfunções, ações preventivas mais complexas podem ser desenvolvidas, como por exemplo, a prevenção de incapacidade respiratória numa vítima de um dado quadro neurológico.

No âmbito da saúde comunitária, podem ser desenvolvidas ações preventivas visando a minimização de disfunções decorrentes de doenças crônico-degenerativas, prevenção de condições biomecanicamente desfavoráveis, escola de postura, dentre outras ações. É crescente a solicitação da sociedade para que o Estado disponibilize com maior efetividade a atenção fisioterapêutica.

No Brasil, a 13.ª Conferência Nacional de Saúde realizada em Brasília/DF de 14 a 18 de novembro de 2007 aprovou por unanimidade uma política pública de saúde funcional pelo Sistema Único de Saúde.

Processo de reabilitação
Trata-se de um processo multiprofissional visando a reinserção bio-psico-social do paciente. O fisioterapeuta tem por objetivo restaurar os movimentos e funções comprometidas depois de uma doença ou acidente. O fisioterapeuta trabalha também como integrante de equipes multiprofissionais de saúde funcional juntamente com enfermeiros, terapeutas ocupacionais, educadores físicos, fonoaudiólogos, psicólogos e médicos. Na resolução CNS n.º 44 de 1993 no Brasil, na gestão do ministro Jamil Haddad na Saúde e inspirado nos princípios do SUS, optou-se pela designação de profissional de saúde no lugar de paramédico nos documentos oficiais, e em extensão a expressão equipe de saúde melhor define o trabalho em equipe interdisciplinar em qualquer área, cuja autonomia dos profissionais envolvidos não fere a equipe mas, ao contrário, é a base de um trabalho em respeito mútuo.

Reintegração
A fase final do processo de reabilitação de grandes incapacitados, reintegrar a pessoa à sociedade é nobre objetivo (não exclusivo) da atenção fisioterapêutica, após uma terapia resolutiva. Em pessoas que sofreram sequelas irreversíveis (perda de membros, paralisias por lesões nervosas centrais ou periféricas ou afecções musculotendinosas incapacitantes), tal reintegração se dá mediante o treinamento e adaptação dos pacientes às suas potencialidades (com uso ou não de órteses e/ou próteses), para um grau o maior possível de autonomia pessoal e comunitária e conseqüente interação social.

Recursos fisioterapêuticos
Os procedimentos da Fisioterapia contribuem para a prevenção, cura e recuperação da saúde. Para que o fisioterapeuta eleja os procedimentos que serão utilizados, ele terá de proceder à elaboração do diagnóstico Cinesiológico Funcional identificando a abrangência da disfunção, assim como acompanhar a resposta terapêutica aos procedimentos indicados pelo próprio profissional. Eis os mais conhecidos e utilizados recursos fisioterapêuticos:

*Cinesioterapia – Terapia pelo movimento. São procedimentos onde se usa o movimento com os músculos, articulações, ligamentos, tendões e estruturas do sistema nervoso central e periférico, que têm como objetivo recuperar a função dos mesmos. A reeducação postural é um princípio da cinesioterapia: tratar deformidades da coluna ou problemas de postura com exercícios de alongamento e de fortalecimento muscular. Um dos caminhos é o popularmente conhecido no Brasil como RPG, porém pouco difundido na Europa, aonde se prefere os termos Cadeias musculares de Mezière ou Cadeias diagonais de Busquet (oblíquas, transversas), entre outras.

*Eletroterapia – Recurso que utiliza a eletricidade em inúmeros tratamentos e estimulação, como o TENS e o FES.

*Termoterapia – Terapia que utiliza o calor como forma de tratar diversas patologias.

*Fototerapia – Utiliza aparelhos geradores de luz em diversos tratamentos.

*Mecanoterapia – Procedimento com aparelhos mecânicos para fortalecer, alongar, repotencializar a musculatura e reeducar movimentos comprometidos.

*Massoterapia – Conjunto de abordagens terapêuticas visando a mobilização/manipulação de segmentos articulares, músculos, nervos e fáscias e trações segmentares e axiais. Os procedimentos manipulativos estimulam a dinâmica circulatória e a mobilidade dos tecidos e segmentos.

*Hidroterapia – Cinesioterapia realizada em ambiente aquático.

*Crioterapia – Emprego de gelo como procedimento terapêutico, geralmente em segmentos para tratamento de contusões e torções.

*Equoterapia (ou Hippoterapia) – reconhecido oficialmente como recurso terapêutico por resolução do Coffito de n.º 348, de 27/03/08. Trata-se do tratamento com auxílio do cavalo: este influencia o paciente, ao invés do paciente controlá-lo. O paciente é colocado sobre o cavalo e responde ativamente aos seus movimentos, enquanto o terapeuta, com o auxílio do auxiliar guia, determina a direção do percurso, a posição da cabeça e a velocidade do cavalo, assim como analisa as respostas do praticante fazendo os ajustes necessários para cada situação.

Além destes recursos, há vários outros como: Reiki, Acupuntura, Cromoterapia, Magnetoterapia, Argiloterapia, Cristalterapia, etc.

Áreas da fisioterapia
*Fisioterapia pediátrica, Neonatológica e Hebeátrica – Especialidade que utiliza de métodos e técnicas próprias para o tratamento de enfermidades de recém-nascidos, crianças e adolescentes.

*Fisioterapia geriátrica e gerontológica – Estuda, previne e trata as disfunções decorrentes do processo de envelhecimento, mediante a administração de condutas fisioterapêuticas, prevenindo problemas funcionais e promovendo a recuperação funcional global de pessoas idosas.

*Fisioterapia dermatofuncional – Especialidade da Fisioterapia que diagnostica, estuda e trata as afecções dermatológicas e intertegumentares.

*Fisioterapia uroginecofuncional e Obstétrica – A Fisioterapia aplicada à uroginecologia tem como principal objetivo a prevenção e o tratamento de disfunções urinárias, fecais e sexuais, por meio de recursos diversos, entre eles a reeducação do assoalho pélvico e musculatura acessória, os quais serão submetidos a exercícios de fortalecimento. A Fisioterapia Obstétrica se baseia em promover uma melhor adaptação da mulher às mudanças do seu corpo no período de gestação, preparando todas as suas estruturas para o parto.

*Fisioterapia neurofuncional – Área da Fisioterapia que visa ao estudo, diagnóstico e tratamento de distúrbios neurológicos que envolvam ou não disfunções motoras; por exemplo, pacientes que sofreram um acidente vascular encefálico (AVE). A fisioterapia neurofuncional induz ações terapêuticas para recuperação de funções, entre elas a coordenação motora, a força, o equilíbrio e a coordenação. A terapêutica em Fisioterapia neurológica baseia-se em exercícios que promovam a restauração de funções motoras, de forma a resolver deficiências motrizes e aperfeiçoar padrões motores, com importante fundamentação nos princípios neurofisiológicos da facilitação neuromuscular proprioceptiva.

*Fisioterapia traumato-ortopédico-funcional – Estuda, diagnostica e trata as disfunções musculoesqueléticas, de origem ortopédica ou decorrente de traumatismos, além de doenças de origem reumatológica. Utiliza os recursos terapêuticos para aumentar a capacidade de movimentação, estimular a circulação e diminuir as dores de pacientes com fraturas, traumas musculares e entorses.

*Fisioterapia respiratória – Conjunto de procedimentos fisioterapêuticos que visam melhorar a dinâmica respiratória e a distribuição do ar inalado no pulmão, remover secreções brônquicas, obtendo assim melhor função respiratória. Além das técnicas manuais, existem diversos equipamentos que auxiliam na obtenção destes resultados.

*Fisioterapia orofacial – Atua principalmente na saúde bucal em conjunto com a Odontologia e Fonoaudiologia, tratando de disfunções da articulação temporomandibular, além de tratar disfunções relacionadas problemas oculares e pré e pós-operatório de cirurgias plásticas faciais.

*Fisioterapia esportiva – Atua diretamente nas atividades esportivas, na preparação, prevenção e recuperação de lesões no processo de reabilitação de atletas em clubes, times, academias, etc.

*Fisioterapia manipulativa – A Fisioterapia Manipulativa Musculoesquelética ou Terapia Manual Ortopédica é uma área de especialização da Fisioterapia que lida com o manejo de condições neuro-músculo-esqueléticas, embasada no raciocínio clínico, usando abordagens de tratamento altamente específicas incluindo técnicas manuais e exercícios terapêuticos. A Terapia Manual Ortopédica ou Fisioterapia Manipulativa Musculoesquelética também abrange e é conduzida pelos dados científicos disponíveis, evidência clínica e pelo quadro biopsicosocial de cada paciente.

*Acupuntura e fisioterapia – É uma especialização reconhecida pelo COFITO desde 1985 e consiste na aplicação da acupuntura e de outras técnicas corporais da medicina tradicional chinesa aos problemas músculo-esqueléticos tradicionalmente abordados destacando-se aspectos da terapia e dor, comportamento depressivo e a reorganização das sensações corporais.

*Fisioterapia oncofuncional – A Fisioterapia Oncofuncional tem como objetivo preservar, manter, desenvolver e restaurar a integridade cinético-funcional de órgãos e sistemas do paciente, assim como prevenir os distúrbios causados pelo tratamento oncológico.

Além dessas há outras áreas em crescimento e desenvolvimento.

Especialidades reconhecidas pelo Coffito no Brasil
*Fisioterapia pneumofuncional pela Resolução COFFITO n.º 188, de 9 de dezembro de 1998, nomenclatura substituída por Fisioterapia Respiratória pela Resolução COFFITO n.º 318, de 30 de agosto de 2006.

*Fisioterapia neurofuncional pela Resolução COFFITO n.º 189, de 9 de dezembro de 1998.

*Acupuntura pela Resolução COFFITO n.º 219, de 14 de dezembro de 2000, não-exclusiva; foi precedida pela normativa pioneira de 22 de junho de 1985, a histórica Resolução COFFITO n.º 60, e as complementações de n.º 97 e 201.

*Quiropraxia e osteopatia pela Resolução COFFITO n.o 220, de 23 de maio de 2001, que determina serem ambas, dentro do Brasil, atos privativos e exclusivos do profissional fisioterapeuta, bem como estebelece que a carga horária mínima para obtenção de título, é de 1.500 mil e quinhentas horas, sendo destas, 1/3 de prática supervisionada estágio;

*Fisioterapia traumo-ortopédico-funcional pela Resolução COFFITO n.º 260, de 11 de abril de 2004, complementada pela Resolução COFFITO n.º 279, de 15 de setembro de 2004;

*Fisioterapia esportiva pela Resolução COFFITO n.º 337, de 8 de novembro de 2007;

*Fisioterapia do trabalho pela Resolução COFFITO n.º 351, de 13 de junho de 2008; foi precedida pela normativa inicial de n.º 259, de 18 de dezembro de 2003, que listou atribuições na área.

*Fisioterapia dermatofuncional pela Resolução COFFITO n.º 362, de 20 de maio de 2009;

*Fisioterapia em saúde coletiva pela Resolução COFFITO n.º 363, de 20 de maio de 2009;

*Fisioterapia oncofuncional pela Resolução COFFITO n.º 364, de de 20 de maio de 2009;

*Fisioterapia uroginecofuncional pela Resolução COFFITO n.º 365, de 20 de maio de 2009.

Referências
* Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional: RESOLUÇÃO Nº. 80, DE 9 DE MAIO DE 1987. (Diário Oficial da União nº. 093 – de 21/05/87, Seção I, Págs. 7609), acessado em 24 de abril de 2008.

* Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional: RESOLUÇÃO Nº. 153, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1993. (Diário Oficial da União nº. 247 – de 28.12.93, Seção I, Pág. 20925), acessado em 11 de janeiro de 2009.

Espondilolistese

O termo espondilolistese significa o escorregamento de uma vértebra sobre a outra mais próxima, veja a figura abaixo:

 

Este escorregamento ou predisposição para o mesmo pode ter várias causas.

A mais comum é a congênita (relacionadas a defeitos da coluna ao nascimento) e a degenerativa (provocada por desgaste das articulações e transtornos dos discos intervertebrais).

O tipo congênito é comum, sendo causa freqüente de dor na infância e adolescência.

O degenerativo ocorre, em geral, após os 50 anos de idade e é mais comum em mulheres.

O tratamento, em geral, é não cirúrgico com fisioterapia  para reforço da musculatura da coluna vertebral e condicionamento físico global.

O uso temporário de colete/ortese atenua as crises de dor lombar.

O tratamento cirúrgico com artrodese (fusão) dos segmentos comprometidos, está indicado em crianças e adolescentes com escorregamento progressivo e doloroso.

A fusão em crianças é seguida de imobilização com colete/ortese plástico.

Nos adultos, a indicação cirúrgica está reservada para as situações onde ocorre dor lombar crônica ou compressão de raízes nervosas com dor ciática severa.

No adulto, o procedimento cirúrgico envolve a fixação com parafusos para estabilização.

Pode-se utilizar terapias alternativas, como o Reiki por exemplo, para minimizar as dores e gerar um maior bem estar.

 

Drenagem linfática manual

O método de drenagem linfática manual foi desenvolvido na Alemanha por um casal dinamarquês Estrid e Emil Vodder, em 1932. Dr. Vodder, era formado em fisioterapia e após estudos, passou a divulgar a técnica pelo mundo. No Brasil, é bastante difundida e utilizada no pós-operatório, na retenção hídrica e no relaxamento, entre outras indicações.

É uma técnica de massagem bastante suave, que estimula o sistema linfático a trabalhar em um ritmo mais acelerado, mobilizando a linfa até os gânglios linfáticos. Por esse processo são eliminados o excesso de líquido e as toxinas.

Atualmente a drenagem linfática manual está representada principalmente por duas técnicas: a de Leduc e a de Vodder. Ambas são baseadas nos trajetos dos coletores linfáticos e linfonodos.

Benefícios

  • Redução de edemas;
  • Aumento do grau de hidratação e nutrição da célula;
  • Aumento da velocidade de cicatrização de ferimento;
  • Aumento da capacidade de absorção de hematomas;
  • Melhora do retorno de sensibilidade em cirurgias plásticas;
  • Previne a formação de celulite;
  • Promove relaxamento.

Indicações

  • Fibro edema gelóide e gordura localizada
  • Pré e pós cirurgia plástica, lipoaspiração
  • Cicatrizes hipertróficas e retráteis
  • Síndromes vasculares
  • Telangectasias
  • Microvarizes e varizes
  • Relaxamento
  • Linfedemas

Contra-indicações

  • Neoplasias
  • Febre
  • Afecções cutâneas
  • Processos infecciosos
  • Insuficiência cardíaca
  • Trombose e tromboflebite
  • Distúrbios da tiróide
  • Problemas respiratórios graves

É importantíssimo realizar a drenagem linfática com um profissional habilitado para isso, o fisioterapeuta.  O fisioterapeuta possui os conhecimentos anatômicos e fisiológicos necessários para a realização das manobras de drenagem linfática com absoluta segurança, trazendo inúmeros benefícios para sua saúde.

Cuide-se bem!!!

Powered by WordPress.com.

EM CIMA ↑