Dra. Denise Mercer – Terapias integrativas!

Dra. Denise Mercer - Healing

Através de nosso trabalho que integra diversas abordagens acadêmicas (fisioterapia, biologia, ergonomia) e holísticas (apometria, xamanismo, radiestesia, reiki, magnified healing, meditação, cromoterapia, aromaterapia, entre outras), você tem a oportunidade de auto conhecimento, evolução, cura e bem estar.

Oferecemos:
* Cura para os males do corpo, da mente e da alma a nível pessoal e transgeracional.

* Cura de ambientes (residências, empresas e demais espaços).

* Cura e harmonização dos relacionamentos amorosos.

* Orientação sobre a jornada pessoal.

* Limpeza e reequilíbrio energético.

* Limpeza e reequilíbrio dos chacras.

* Fisioterapia domiciliar.

* Drenagem linfática manual.

* Cursos de Reiki.

* Cursos de Shantala.

Para seu conforto e privacidade, nossos atendimentos são individuais, domiciliares e/ou a distância.

Agende seu horário! E-mail: curacuritiba@gmail.com ou fone/whats: +55(41)99957-1632.

Um grande abraço

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Treatment available in Hollywood, Los Angeles, Califórnia

Flor-de-Lotus--143364_1280x800 (1)Treatment available in Hollywood, Los Angeles, California, by Dr. Denise Mercer, Reiki, Apometry and Physiotherapy, for a few days, through Warrener Entertainment. Schedule your appointment. Contacts information: curacuritiba@gmail.com.com and cell phone: (1)310-926-7808.

True healing happens from the inside to the outside.

Be happy!

Tratamentos disponíveis em Hollywood, Los Angeles, Califórnia, pela Dra. Denise Mercer, Reiki, Apometria e Fisioterapia, por poucos dias, através da Warrener Entertainment. Agende seu horário. Informações pelos contatos: curacuritiba@gmail.com e telefone celular: (1)310-926-7808.

A cura real acontece do interior para o exterior.

Seja feliz!

Dra. Denise Mercer.

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Síndrome do pânico

neurônios_grandeDe acordo com a Medicina Tradicional Chinesa (M.T.C), a Síndrome do pânico está relacionada a uma associação de deficiências energéticas que acaba comprometendo todo o equilíbrio do corpo e mente humana.

Segundo a M.T.C, os cinco elementos da energia da natureza são representadas por Madeira, Fogo, Terra, Metal e Água.

Na Síndrome do Pânico ocorre um esgotamento da energia Jing, que é a essência da energia do Rim. Entre os cinco elementos, é o órgão que se relaciona com o medo e o pânico e está representado pelo elemento Água. Basta observar que em momentos de medo extremo, pavor, pânico, é comum notar que muitas pessoas tendem a perder o controle urinário e urinam na roupa.

Para entender melhor a Síndrome do Pânico, imagine uma casa com todas as luzes acesas, chuveiro ligado, todos os aparelhos elétricos ligados… O que vai acontecer depois de um tempo? Uma queda total de energia com o desarmamento do disjuntor. Se você ligar o disjuntor novamente ou fizer uma ligação direta e não desligar os aparelhos, irá ocorrer uma queda de energia ou um curto-circuito e a casa pode até pegar fogo. Fazendo uma analogia com o corpo humano, onde o organismo e os neurônios estão sobrecarregados, ocorre a síndrome do pânico, que poderíamos considerar como uma espécie de apagão.

O objetivo é proteger o organismo em estado de estresse, que leva a um alerta máximo; e não deixar os neurônios “torrarem”. Ou seja, a síndrome do pânico corresponde à queda do disjuntor.

Continuando a analogia entre casa e corpo humano, os remédios equivalem a fazer uma ligação direta para manter a casa em funcionamento. O combate efetivo seria desligar os aparelhos que não precisam estar ligados e, no caso do corpo humano, combater os fatores de estresse e preocupação que geraram a síndrome do pânico. Para isso é necessário: relaxamento,  atividade física moderada, meditação, dieta e sono regulares. Enfim, pequenas mudanças de hábitos de vida para que ocorra uma melhor qualidade de vida.

Como o Reiki ou a apometria podem ajudar no tratamento?

Conforme já foi dito, na Síndrome do Pânico ocorre um esgotamento da energia Jing, que é a essência da energia do Rim. O mecanismo da harmonia da energia Qi (energia vital) e do Xue fortalecem o Jing e a energia do Rim assim se consolida.

O objetivo do Reiki ou da apometria é promover esse equilíbrio energético. Através da harmonização energética que flui pelo corpo, vai ser promovido um equilíbrio do estado emocional. O Reiki ou a apometria além de prevenir e combater a Síndrome do Pânico conseguem alinhar as energias dos meridianos consumidos pelos agentes causadores do problema e manter o paciente sem os sintomas que incomodam tanto e atrapalham a vida dos portadores desse terrível problema do mundo moderno.

Os resultados dos tratamentos são muito satisfatórios. Por isso, o tratamento deve ser feito no controle dos sintomas e um acompanhamento deve ser feito por algum tempo, pois os fatores de tensão, ansiedade e de estresse nunca serão extintos da vida.

Seja feliz sempre!

Denise Mercer.

Ciência confirma eficácia do Reiki e terapias semelhantes, como a apometria e a imposição de mãos!

Imposição de mãosCada vez mais estudos científicos são realizados tendo o Reiki como base. Os resultados não são imediatos, mas trazem um crescente interesse ao circulo acadêmico. Temos como exemplo a tese de Mestrado e recentemente a tese de Doutorado de Ricardo Monezi.

O Reiki é uma técnica de impostação de mãos que foi concebida no Japão, no final do século XIX; seus praticantes acreditam na existência de uma energia sutil que pode ser canalizada e transmitida a outras pessoas através de pontos específicos intitulados de Chakras (BULLOCK, 1997; WARDELL, 2001).

Há relatos de aplicações destas técnicas em inúmeras áreas da medicina como recurso complementar às terapias convencionais (KELNER & WELLMAN, 1997; WIRTH & BARRET, 1994) demonstrando resultados promissores, sobretudo na recuperação de pacientes crônicos e imunodeprimidos, como, por exemplo, pacientes oncológicos, tanto pediátricos quanto adultos (OLSON & HANSON, 1997; FERNANDEZ, 1998), pacientes com síndrome de imunodeficiência adquirida (SIDA) (TOUPS, 1999) e, também, no alívio de sintomas como dispnéia, edemas e ansiedade em pacientes terminais (BULLOCK, 1997), como adjuvante na terapia com opióides no manejo da dor e em pacientes obstétricas durante a gravidez (PETRY, 2000A, B, C; RANZINI, 2001; SATYA, 2001).

WARDELL (2001) avaliou o efeito de um tratamento Reiki, em pessoas saudáveis, sobre marcadores biológicos relacionados ao estresse, como mensuração dos níveis de Imunoglobulina A (IgA) e cortisol, pressão sanguínea, tensão muscular, temperatura e condutância da pele, além da avaliação do estado de ansiedade através da aplicação de testes psicológicos. Os dados foram coletados antes, durante e imediatamente após as sessões. Os resultados finais foram baseados em comparações entre o antes e o depois das sessões de Reiki demonstrando uma elevação dos níveis de IgA, queda na pressão sanguínea sistólica e uma ansiedade significantemente reduzida. Não foram detectadas diferenças relevantes quanto aos níveis de cortisol, tensão muscular, temperatura e condutância da pele.

Apesar dos achados sugestivos, os autores destes trabalhos não discutiram se as mudanças bioquímicas e fisiológicas encontradas podem ser realmente atribuídas aos tratamentos aplicados ou a um efeito placebo a que os pacientes de seus estudos possivelmente estariam submetidos, uma vez que poderiam estar sob influência de fatores condicionantes de natureza psicológica e emocional, como fé, crença e esperança no tratamento (KIRSCH, 1985, 1990; HARRINGTON, 1997; WILKINSON, 2002).

TILLER (1999) formula a hipótese de que os tratamentos por impostação de mãos produzam seus efeitos a partir da transmissão de energias sutis. Segundo este autor, as energias sutis podem ser definidas como sendo todas as formas de energias além daquelas atualmente reconhecidas pela física.

A natureza física dessas energias ainda não está esclarecida, porém, tem sido sugerida uma ligação destas com radiações infravermelhas, de característica calórica, visto que há relatos de sensações térmicas de calor por parte de praticantes e pacientes das diversas modalidades de impostação de mãos (OSCHMAN, 2000).

TILLER (1999) descreve em seu artigo seis experimentos nos quais ele utilizou desde simples câmeras fotográficas até aparelhos sofisticados de eletroeletrônica para estudar as energias sutis. Em todos os experimentos foram observados resultados sugestivos com diferenças significativas dos grupos experimentais em relação aos seus controles, o que levou o pesquisador a concluir que as energias sutis existem e que sua propagação pode ser documentada, por exemplo, através de fotos ou aparelhos elétricos que medem o deslocamento de partículas de gás.

Seus praticantes acreditam nos efeitos benéficos da energia das mãos do terapeuta colocadas sobre o corpo do paciente contra doenças. Para entender as alterações biológicas do reiki, o psicobiólogo Ricardo Monezi testou o tratamento em camundongos com câncer. “O animal não tem elaboração psicológica, fé, crenças e a empatia pelo tratador. A partir da experimentação com eles, procuramos isolar o efeito placebo”, diz. Para a sua pesquisa na USP, Monezi escolheu o reiki entre todas as práticas de imposição de mãos por tratar-se da única sem conotação religiosa.

No experimento, a equipe de pesquisadores dividiu 60 camundongos com tumores em três grupos. O grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento; o grupo “controle-luva” recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos de madeira; e o grupo “impostação” teve o tratamento tradicional sempre pelas mãos da mesma pessoa.

reiki em camundongosImposição de mãos nos grupos “Controle-Luva” e “Impostação”, respectivamente (imagens retiradas da tese de mestrado de Monezi)

Depois de sacrificados, os animais foram avaliados quanto a sua resposta imunológica, ou seja, a capacidade do organismo de destruir tumores. Os resultados mostraram que, nos animais do grupo “impostação”, os glóbulos brancos e células imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células cancerígenas.

“Não sabemos ainda distinguir se a energia que o reiki trabalha é magnética, elétrica ou eletromagnética. Os artigos descrevem- na como ‘energia sutil’, de natureza não esclarecida pela física atual”, diz Monezi. Segundo ele, essa energia produz ondas físicas, que liberam alguns hormônios capazes de ativar as células de defesa do corpo. A conclusão do estudo foi que, como não houve diferenças significativas nos os grupos que não receberam o reiki, as alterações fisiológicas do grupo que passou pelo tratamento não são decorrentes de efeito placebo.

A equipe de Monezi começou agora a analisar os efeitos do reiki em seres humanos. O estudo ainda não está completo, mas o psicobiólogo adianta que o primeiro grupo de 16 pessoas, apresenta resultados positivos. “Os resultados sugerem uma melhoria, por exemplo, na qualidade de vida e diminuição de sintomas de ansiedade e depressão”. O trabalho faz parte de sua tese de doutorado pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).

E esses não são os únicos trabalhos desenvolvidos com as terapias complementares no Brasil. A psicobióloga Elisa Harumi, avalia o efeito do reiki em pacientes que passaram por quimioterapia; a doutora em acupuntura Flávia Freire constatou melhora de até 60% em pacientes com apnéia do sono tratados com as agulhas, ambas pela Unifesp. A quantidade pesquisas recentes sobre o assunto mostra que a ciência está cada vez mais interessada no mecanismo e efeitos das terapias alternativas.

O seguinte artigo de William Lee Rand, foi traduzido para português do Brasil, sendo mantido todo o seu texto.

Por William Lee Rand (Reiki News Magazine)

Pesquisas científicas na área de imposição das mãos vem sendo feitas há algum tempo. Há agora algumas experiências que validam e comprovam o tratamento com Reiki como técnica de cura. Alguns dos resultados mais interessantes dessas pesquisas demonstram que os resultados estão cada vez mais positivos hoje em dia.

Quase todos os hospitais e centros de saúde pesquisaram e utilizam a técnica. Um dos exemplos dessas pesquisas: “Cura por Reiki – Uma Perspectiva Fisiológica“. Em seu estudo, 48 pessoas compuseram o grupo experimental, enquanto 10 formaram o grupo de controle. Os grupos tiveram amostras de sangue retiradas no princípio e término da experiência. O grupo experimental recebeu tratamento com Reiki. O grupo de controle não recebeu o tratamento com Reiki.

Das amostras de sangue foram analisados a hemoglobina e o hematócrito. Hemoglobina é a célula vermelha do sangue que leva oxigênio. Hematócrito é a relação das células vermelhas do sangue com o volume total de sangue. As pessoas do grupo experimental que receberam o Reiki tiveram mudança significativa nesses valores com 28% sofrendo um aumento e o resto uma diminuição. As pessoas do grupo de controle não tiveram mudança significativa. As alterações, aumento ou diminuição são consistentes com o tratamento com Reiki, que é trazer equilíbrio para uma boa saúde.

Uma paciente teve 20% de aumento nesses valores. Ela continuou tratando-se 3 vezes por semana com Reiki e depois de 3 meses o aumento foi mantido. A paciente vinha de um quadro de anemia por deficiência de ferro. Outra experiência demonstrou aumento nos valores de hemoglobina, conduzida pela médica Otelia Bengssten, em um grupo de 79 pacientes com diagnósticos de pancreatite, tumor cerebral, enfisema, desordens endócrinas múltiplas, artrite reumática e parada cardíaca. O tratamento de Reiki foi feito em 46 pacientes, sendo 33 os de controle. Os pacientes mostraram aumentos significativos nos valores de hemoglobina. A maioria dos pacientes informou melhoras ou desaparecimento completo dos sintomas.

Esta experiência e a anterior demonstraram que as aplicações de Reiki produzem melhoras biológicas.

Outra experiência foi efetuada por Janet Quinn, diretora assistente de enfermagem na Universidade da Carolina do Sul. A meta dessa experiência era eliminar o efeito placebo. Trinta pacientes de coração receberam 20 perguntas de um teste psicológico para determinar o nível de ansiedade. Eles foram tratados com Reiki. Um grupo de controle de pacientes também foi tratado com tratamentos alopáticos à base de remédios convencionais. No primeiro grupo 17% teve o nível de ansiedade diminuído depois de 5 minutos de tratamento; o outro grupo não apresentou nenhuma modificação.

Daniel Wirth, da Pesquisa Internacional de Ciências de Cura em Orinda, Califórnia, conduziu um experimento controlado usando o Reiki. Quarenta e quatro estudantes da faculdade, do sexo masculino, com diversos e diferentes quadros. Todos os 44 receberam a administração do Reiki. Foi-lhes informado que o experimento era sobre a condutividade elétrica do corpo. Ninguém sabia que a experiência era sobre cura. No oitavo e décimo sexto dia foram feitas avaliações de cada um sobre comportamentos emocionais e dores ou problemas físicos. Depois de oito semanas, esse grupo tratado sentia diferenças em seus corpos, como mais disposição, bem estar, clareza mental e sono muito melhor.

Dr. John Zimmerman, da Universidade de Colorado, usando um SQUID (Dispositivo Supercondutor de Interferência Quântica) descobriu que campos magnéticos são criados ao redor das mãos de aplicadores e terapeutas de Reiki. As freqüências dos campos magnéticos que cercam as mãos dos reikianos eram de ondas dos tipos alfa e gama, semelhantes às observadas no cérebro de meditadores.

Dr. Barnard Grad, da Universidade de McGill em Montreal, usa sementes de cevada para testar o efeito de energias curativas psíquicas em plantas. As sementes foram plantadas e regadas com uma solução salina que retarda o crescimento. Uma parte das sementes, lacradas em um recipiente, foi regada com a solução energizada por um reikiano durante 15 minutos, e outra não foi. A pessoa que molhava as plantas não sabia qual grupo estava sendo aguado com a solução energizada com o Reiki e qual não estava. As plantas regadas com a solução salina cresceram mais rapidamente e mais saudáveis, com 25% mais peso e um teor de clorofila mais alto. Estas experiências envolvendo plantas, além de confirmarem a natureza da cura psíquica, confirmam a antiga compreensão metafísica de que energias curativas podem ser armazenadas em água para uso futuro.

Em outra experiência envolvendo a curadora psíquica Olga Worrall, o Dr. Robert Miller usou um transdutor eletromecânico para medir a taxa de crescimento microscópica de grama de centeio. O dispositivo usado tem uma precisão de milésimos de polegada por hora. O Dr. Miller fez a experiência em seu laboratório, fechando em seguida a porta para eliminar qualquer perturbação. Foi pedido a Olga, que se encontrava a mais de 600 milhas, para rezar e postar as energias das mãos à distância para a planta da experiência exatamente às 21 horas. No dia seguinte, quando o Dr. Miller voltou ao laboratório, o equipamento de teste tinha registrado crescimento contínuo normal de 6,25 milésimos de polegada por hora até às 21 horas. Naquele momento, o registro começou a divergir para cima e tinha subido a 52,5 milésimos de polegada por hora, que correspondia a um aumento de 840%! Esta taxa de crescimento permaneceu até de manhã, quando diminuiu, mas nunca para seu nível original.

O grupo de Spindrift fez extensas pesquisas envolvendo oração, Reiki e plantas. Os resultados indicaram que as plantas para as quais as rezas e o Reiki foram dirigidas crescem mais rapidamente e são mais saudáveis em comparação com as que não receberam, embora as condições sejam iguais para ambos os grupos de plantas.

Mais experiências estão sendo feitas e teorias científicas desenvolvidas para descrever o Reiki como técnica de cura. O desenvolvimento de equipamentos mais sensíveis permitirá à ciência entender, validar e praticar a realidade do tratamento com Reiki. Com isso veremos um uso crescente do Reiki individualmente, na família, em hospitais e consultórios. Um conhecimento mais profundo da natureza da saúde e da unidade de toda a vida redescobrirá a velha sabedoria que diminuirá o sofrimento, tornando a vida na Terra mais agradável e promovendo a cura do planeta. (Fonte: Reikiafins)

Referências

BULLOCK, M. Reiki: a complementary therapy for life. Am J Hosp Palliat Care, v.14(1), p.31-3, 1997.

FERNANDEZ, C.V.; STUTZER, C.A.; MACWILLIAM, L.; FRYER, C. Alternative and complementary therapy use in pediatric oncology patients in British Columbia: prevalence and reasons for use and nonuse. J Clin Oncol., v.16, n.4, p.1279-86, 1998.

HARRINGTON, A. The placebo effect – an interdisciplinary exploration. Cambridge, Harvard University Press, 1997. 260 p.

KELNER, M.; WELLMAN, B. Who seeks alternative health care? A profile of the users of five modes of treatment. J. Altern Complement Med., v.3(2), p.127-40, 1997.

KIRSCH, I. Response expectancy as a determinant of experience and behavior. American Psychologist, v. 40, p. 1189-1202, 1985.

TILLER, W. A. Subtle energies. Science & Medicine, p.28-33, May/June, 1999.

TOUPS DM.  A healing touch: massage therapy and HIV/AIDS. STEP Perspect. v.99, n.3, p.13-4, 1999.

OLSON, K.; HANSON, J. Using Reiki to manage pain: a preliminary report. Cancer Prev. Control, v.1(2), p.108-13, 1997.

OSCHMAN, J. L. Energy medicine – the scientific basis. London, Churchill livingstone, 2000. 275p.

PETRY, J. J.  Surgery and complementary therapies: a review. Altern. Ther. Health Med., v.6, n.5, p.64-74, 2000.

PETRY, J. J.  The role of the mind and emotions of patient and surgeon in the outcome of surgery. Plast. Reconstr. Surg., v.105, n.7, p.2636-7. 2000.

PETRY, J. J.  Surgery and complementary therapies: a review. Altern. Ther. Health Med., v.6, n.5, p.64-74, 2000.

RANZINI, A.; ALLEN, A.; LAI, Y. Use of complementary medicines and therapies among obstetric patients. Obstet Gynecol., v. 97, n.4(1), 2001.

SATYA AJ.  Stress management for patient and physician. J. Indian Med. Assoc., v.99, n.2, p.90-2, 2001.

WARDELL, D. W; ENGEBRETSON, J. Biological correlates of Reiki Touch healing. Journal of Advanced Nursing, v.33, n.4, 2001.

WILKINSON DS, KNOX PL, CHATMAN JE, JOHNSON TL, ARBOUR N, MYLES Y, REEL A.The clinical effectiveness of healing touch. J Altern Complement Med., n.8, v.1, p.33-47, 2002.

WIRTH, D. P.; BARRET, M. J. Complementary healing therapies. Int. J. Psychosom., v.41, n.1, p.61-7, 1994.

flores de lavandaSeja feliz! Cuide-se!!!

Denise Mercer.

Mulheres curadoras!

mulheres árvoresErveiras, raizeiras, benzedeiras, mulheres sábias que por muito tempo andaram sumidas, ou até mesmo escondidas. Hoje retornam com um diploma de pós-graduação nas mãos e um sorriso maroto nos lábios.

Seu saber mudou de nome. Chamam de terapia alternativa, medicina vibracional, fitoterapia, práticas complementares… são reconhecidas e respeitadas, tem seus consultórios e fazem palestras.

As mulheres curadoras fazem parte de um antigo arquétipo da humanidade.

Em todas as lendas e mitos, quando há alguém doente ou com dores, sempre aparece uma mulher idosa para oferecer um chazinho, fazer uma compressa, dar um conselho sábio.

Na verdade, a mulher idosa é um arquétipo da ‘curadora’, também chamada nos mitos de Grande Mãe. Não tem nada a ver com a idade cronológica, porque esse é um arquétipo comum a todas as mulheres que sentem o chamado para a criatividade, que se interessam por novos conhecimentos e estão sempre a procura de mais crescimento interno. Sua sabedoria é saber que somos “obras em andamento’, apesar do cansaço, dos tombos, das perdas que sofremos… a alma dessas mulheres é mais velha que o tempo, e seu espírito é eternamente jovem. Talvez seja por isso que, como disse Clarissa Pinkola, toda mulher parece com uma árvore.

Nas camadas mais profundas de sua alma ela abriga raízes vitais que puxam a energia das profundezas para cima, para nutrir suas folhas, flores e frutos.

Ninguém compreende de onde uma mulher retira tanta força, tanta esperança, tanta vida.

Mesmo quando são cortadas, tolhidas, retalhadas, de suas raízes ainda nascem brotos que vão trazer tudo de volta à vida outra vez.

Por isso entendem as mulheres de plantas que curam, dos ciclos da lua, das estações que vão e vem ao longo da roda do sol pelo céu.

Elas tem um pacto com essa fonte sábia e misteriosa que é a natureza. Prova disso é que sempre se encontra mulheres nos bancos das salas de aula, prontas para aprender, para recomeçar, para ampliar sua visão interior. Elas não param de voltar a crescer…
Nunca escrevem tratados sobre o que sabem, mas como sabem coisas!

Hoje os cientistas descobrem o que nossas avós já diziam: as plantas têm consciência! Elas são capazes de entender e corresponder ao ambiente à sua volta. Converse com o “dente-de-leão” para ver… comunique-se com as plantas de seu jardim, com seus vasos, com suas ervas e raízes, o segredo é sempre o amor.

Minha mãe dizia que as árvores são passagens para os mundos místicos, e que suas raízes são como antenas que dão acesso aos mundos subterrâneos. Por isso ela mantinha em nossa casa algumas árvores que tinham tratamento especial. Uma delas era chamada de “árvore protetora da família”, e era vista como fonte de cura, de força e energia. Qualquer problema, corríamos para abraçá-la e pedir proteção.

O arquétipo de ‘curadora’ faz parte da essência do feminino, mesmo que seja vivenciado por um homem. Isso está aquém dos rótulos e definições de gênero.

Faz parte de conhecimentos ancestrais que foram conservados em nosso inconsciente coletivo. Perdemos a capacidade de olhar o mundo com encantamento, mas podemos reaprender isso prestando atenção nas lendas e nos mitos que ainda falam de realidades invisíveis que nos rodeiam.

Lembre-se: onde você colocar sua percepção e sua consciência, a energia vai atrás.

Manu Alvarez Coordenadora do curso de pós-graduação em Práticas Complementares em Saúde

Seja feliz sempre!

Denise Mercer.

Proteção energética

PROTEÇÃO ENERGÉTICA PESSOAL – COMO SE DEFENDER DAS ENERGIAS NEGATIVAS

Todos nós sabemos que as energias negativas são uma das maiores preocupações do ser humano. Elas nos alcançam em qualquer lugar do planeta. Mas, podemos nos defender, começando a tomar uma série de atitudes e providências. Abaixo segue seis dicas para começar a combatê-las.

1. NÃO TEMER NINGUÉM
Uma das armas mais eficazes na subjugação de um ser é impingir-lhe o medo. Sentimento capaz de uma profunda perturbação interior, vindo até a provocar verdadeiros rombos na aura, deixando o indivíduo vulnerável a todos os ataques. Temer alguém significa colocar-se em posição inferior, temer significa não acreditar em si mesmo e em seus potenciais; temer significa falta de fé.
O medo faz com que baixemos o nosso campo vibracional, tornando-nos assim vulneráveis às forças externas. Sentir medo de alguém é dar um atestado de que ele é mais forte e poderoso. Quanto mais você der força ao opressor, mais ele se fortalecerá.

2. NÃO SINTA CULPA
Assim como o medo, a culpa é um dos piores estados de espírito que existem. Ela altera nosso campo vibracional, deixando nossa aura (campo de força) vulnerável ao agressor. A culpa enfraquece nosso sistema imunológico e fecha os caminhos para a prosperidade. Um dos maiores recursos utilizados pelos invejosos é fazer com que nos sintamos culpados pelas nossas conquistas. Não faça o jogo deles e saiba que o seu sucesso é merecido. Sustente as suas vitórias sempre!

3. ADOTE UMA POSTURA ATIVA
Nem sempre adotar uma postura defensiva é o melhor negócio. Enfrente a situação. Lembre-se sempre do exemplo do cachorro: quem tem medo do animal e sai correndo, fatalmente será perseguido e mordido. Já quem mantém a calma e contorna a situação pode sair ileso. Em vez de pensar que alguém pode influenciá-lo negativamente, por que não se adiantar e influenciá-lo beneficamente? Ou será que o mal dele é mais forte que o seu bem? Por que será que nós sempre nos colocamos numa atitude passiva de vítimas? Antes que o outro o alcance com sua maldade, atinja-o antecipadamente com muita luz e pensamentos de paz, compaixão e amor.

4. FIQUE SEMPRE DO SEU LADO
A maior causa dos problemas de relacionamentos humanos é a “Auto-Obsessão”. A influência negativa de uma pessoa sobre outra sempre existirá enquanto houver uma ideia de dominação, de desigualdade humana, enquanto um se achar mais e outro menos, enquanto nossas relações não forem pautadas pelo respeito mútuo. Mas grande parte dos problemas existe porque não nos relacionamos bem com nós mesmos.

“Auto-Obsessão” significa não se gostar, não se apoiar, se autoboicotar, se desvalorizar, não satisfazer suas necessidades pessoais e dar força ao outro, permitindo que ele influencie sua vida, achar que os outros merecem mais do que nós. Auto-obsediar-se é não ouvir a voz da nossa alma, é dar mais valor à opinião dos outros.
Os que enveredam por esse caminho acabam perdendo sua força pessoal e abrem as portas para toda sorte de pessoas dominadoras e energias de baixo nível. A força interior é nossa maior defesa.

5. SUBA PARA POSIÇÕES ELEVADAS
As flechas não alcançam o céu. Coloque-se sempre em posições elevadas com bons pensamentos, palavras, ações e sentimentos nobres e maduros.Uma atmosfera de pensamentos e sentimentos de alto nível faz com que as energias do mal, que têm pequeno alcance, não o atinjam. Essa é a melhor forma de criar “incompatibilidade” com as forças do mal. Lembrem-se: energias incompatíveis não se misturam.

6. FECHE-SE ÀS INFLUÊNCIAS NEGATIVAS
As vias de acesso pelas quais as influências negativas podem entrar em nosso campo são as portas que levam à nossa alma, ou seja, a mente e o coração. Mantenha ambos sempre resguardados das energias dos maus pensamentos e sentimentos, e fuja das conversas negativas, maldosas e depressivas. Evite lugares densos e de baixo nível. Quando não puder ajudar, afaste-se de pessoas que não lhe acrescentam nada e só o puxam para o lado negativo da vida. O mesmo vale para as leituras, programas de televisão, filmes, músicas e passatempos de baixo nível.

DICAS PARA AFASTAR ENERGIAS NEGATIVAS DA CASA

*Livre-se de entulhos.

Manter a casa e o local de trabalho limpos e livres de “entulhos” reduz o risco de armazenar energia negativa, impedindo que a energia positiva flua melhor.

Esvaziar o espaço e remover objetos danificados, sem uso ou simplesmente amontoados é liberador e ajuda a soltar o passado e afastar a depressão. Acúmulo de coisas é sinal de apego e ligação excessiva com o passado. Liberar o espaço a nossa volta é fundamental.

* Limpe o ambiente.

Limpe piso, rodapés e cantos com um punhado de sal grosso misturada com água. Depois umedeça um pano limpo com anil misturado em água para purificar o ambiente. O anil entra clareando, branqueando e tornando o ambiente leve e propício a atrair novas energias positivas. É impressionante a diferença de qualidade e leveza do ambiente quando fazemos esse procedimento. É fisicamente perceptível. Antes de ativar qualquer ambiente com energias positivas, pense em primeiro limpá-lo. Faça essa purificação sempre com sentimentos positivos e bom humor, senão você estará acrescentando energia negativa.

* Utilize todos os cômodos da casa. Um local que fica sem uso fica sem vida e falta nele energia renovada.

* Borrife água com sal grosso na entrada da casa para purificar a energia que chega.

* O uso do cheiro da lavanda em forma de perfume, vela ou incenso também é altamente purificador. A lavanda, pelo seu odor suave, é relaxante, desperta a alegria e afasta as energias de tristezas que podem estar impregnadas no ambiente.Vivências extremas como: separação conjugal, doença ou morte deixam marcas no ambiente como se elas sobrevivessem ao ocorrido e se mantivessem impregnadas no local. A intenção do uso desses elementos é dissolvê-las. O sal é tradicionalmente reconhecido por sua propriedade de cortar a influência de energias presentes. Ele também corta o excesso de eletricidade do ambiente e do corpo. Por isso muitas vezes podemos ter uma sensação de torpor depois de um banho de mar.

Grande abraço, Denise Mercer.